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MP Maio Amarelo

Flamengo cria muito na final da Copa do Brasil, mas não mata

Sistema defensivo é sólido, mas atacantes não aproveitam superioridade em finalizações e posse de bola no primeiro jogo contra o Corinthians

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Pedro desperdiça uma das 18 finalizações que o Flamengo teve contra o Corinthians.(Imagem: Marcelo Cortes)

No primeiro capítulo do mês das finais, o “time das Copas” repetiu contra o Corinthians o roteiro de chances repetidas apresentado nos outros dois empates por 0 a 0 que teve desde a chegada de Dorival Júnior ao Flamengo: mais posse de bola, controle do jogo e muitas chances criadas.

Falta de pontaria foi o único motivo para o Flamengo não vencer Corinthians, nesta quarta, Athletico-PR, na primeira partida das quartas de final da Copa do Brasil, e Internacional, na semana passada? Não. Uma característica em comum dos três confrontos é que os goleiros Cássio, Bento e Keiller terminaram os empates em questão na condição de melhor em campo.

É claro que cada jogo tem uma história diferente. O Athletico de Felipão foi ao Rio em julho para unicamente se defender. Foi sufocado durante os 90 minutos, levou bola na trave e praticou bastante antijogo para levar o 0 a 0 para Curitiba. No último dia 7, o Internacional de Mano Menezes também jogou na retranca, mas conseguiu criar no contra-ataque. Já na primeira partida da final da Copa do Brasil, viu-se o jogo mais franco, com chances para os dois lados, apesar do também ótimo posicionamento defensivo corintiano.

Foram 23 finalizações contra o Furacão, 20 diante do Inter e outras 18 nesta quarta-feira. Somente na Neo Química Arena a posse de bola foi inferior a 60% (56%). No 0 a 0 com o Inter, 61%, e no com os paranaenses 61%.

O que isso quer dizer? Tadeu Schmidt diria que nada, mas é preciso ser mais certeiro, principalmente na tomada de decisões. Há pelo menos três lances em que o Flamengo poderia ter escolhido melhor na hora de finalizar. Vamos ao jogo com o Corinthians.

Primeiro tempo: controle, muita posse e decisões erradas

O Flamengo começou ligado e, aos 50 segundos, já finalizou com perigo em lance no qual Gabigol contou com boas participações de João Gomes e Arrascaeta. A partir daí, o time controlou a posse de bola – chegou a ter mais de 70% em grande parte da etapa.

A equipe continuou trocando passes com qualidade, mas começou a pecar na hora do capricho. Numa bonita tabela em que Pedro achou Everton Ribeiro com difícil toque de calcanhar e recebeu de volta na área, houve dois erros de execução. Ribeiro devolveu muito forte, e o centroavante, totalmente sem ângulo, resolveu finalizar em vez de recomeçar a jogada.

Um pouco mais adiante, João Gomes roubou bola no meio, e Pedro carregou a bola até perto da hora. Gabigol já dava opção para fazer o facão dentro da área, mas o companheiro demorou a esticar. Resultado: Gabi e Cássio dividiram, e o goleiro levou a melhor.

Depois desse lance, o time perdeu concentração e passou a errar passes fáceis. Rodinei e Arrascaeta, os que mais pecaram no fundamento durante a etapa, estavam apagados. Léo Pereira errou o tempo de bola num chutão de Gil, e Yuri Alberto quase abriu o placar. Sorte que Thiago Maia e David Luiz, os melhores em campo, limparam a barra do companheiro, que, no final das contas também jogou bem.

A verdade é que tirando o lance em que Thiago desarmou Yuri na área, o Corinthians pouco ameaçou. Chegou em chutes de fora da área com Renato Augusto, mas nada que fizesse a torcida ou Dorival sofrerem.

Segundo tempo: paciência e melhores chances

O Flamengo voltou do intervalo determinado a melhorar na tomada de decisões. Rapidamente envolveu o Corinthians e, com um minuto, já tirava tinta da trave de Cássio em falta batida por Arrascaeta. A infração, aliás, vem após belo lançamento de David Luiz para Pedro, que fez bem o pivô e acabou derrubado.

O Flamengo colocou o rival na roda por alguns momentos justamente pela paciência em girar a bola. Aos sete minutos, quando Gabigol chuta cruzado para boa defesa de Cássio, o time inverteu o lado da posse por algumas vezes. Everton Ribeiro e Filipe Luís fizeram movimentos importantes antes do chute. Filipe recebeu na esquerda em condições de fazer o pouco criativo chuveirinho, mas preferiu um corte seco e passe ao camisa 7.

Na conclusão final, é possível discutir a decisão de Gabigol. Arrascaeta fechava pelo meio, e o passe parecia melhor opção. Como o atacante é camisa 9, compreende-se a tentativa com o chute.

Pouco depois, o Flamengo mais uma vez gastou bom tempo trocando passes até Léo Pereira optar pelo lançamento na área. Everton Ribeiro escorou, e Gabigol parou em defesaça de Cássio. Os rubro-negros seguiam agudos, sempre presentes no campo de defesa adversário. David Luiz novamente ficou no quase ao acertar o travessão corintiano em chute de fora da área.

Assim como no primeiro tempo, o Flamengo pouco sofreu defensivamente e criou bem mais. Há a preocupação por mais uma partida sem gols diante de times bem montados defensivamente? Sim. Por outro lado há a confiança de que, com a qualidade técnica que têm, dificilmente os comandados de Dorival passarão em branco se criarem o mesmo no Maracanã.

Pontos interessantes

Houve erros sim, mas a movimentação dos homens de frente, exceção a Arrascaeta, que não viveu noite feliz, foi interessante. Ribeiro foi um dos mais constantes e conseguiu levar o time com soluções que só ele pode entregar, principalmente nos dribles. Pedro fez muito bem o pivô e conseguiu tabelas com Gabigol, sofreu faltas e chegou a duelar com Cássio. Gabriel, por sua vez, fez o possível e o impossível para marcar. Conseguiu criar oito oportunidades de gol por conta de seu posicionamento.

Os rubro-negros que foram à Neo Química Arena deixaram o estádio cantando: “Vamos, Flamengo. Vamos ser campeões”. E a confiança no tetra se justifica. São apenas três empates por 0 a 0 dentro dos 34 jogos de Dorival. Com o histórico recente e o repertório vasto de jogadas, o torcedor tem motivos de sobra para acreditar em gols, vitórias e no tetracampeonato da Copa do Brasil.

(Fonte: Globo Esporte)

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