
Trabalha e Confia: a expressão estampada na bandeira do Espírito Santo acaba de ganhar mais uma definição, dessa vez, atrelada à criação do robô ‘ConfIA’, que elabora respostas sobre as informações publicadas no Anuário Espírito Santo 2023, trazendo um panorama de diferentes setores do Estado e de todos os seus municípios.
Na manhã desta terça-feira (19), durante o lançamento da nova edição do Anuário, em evento promovido por A Gazeta no Palácio Anchieta, em Vitória, o comentarista da Rádio CBN Vitória, Teco Medina, trouxe insights sobre as funcionalidades da IA e as oportunidades de crescimento que a ferramenta apresenta ao Espírito Santo, ao Brasil e ao mundo.
“A inteligência artificial se mostra como a coisa mais inovadora desse século e é uma coisa que está apenas começando. Ainda há erros e acertos a serem ajustados, mas a IA mostra a capacidade de ajudar em processos de economia, de saúde, de educação e segurança, por exemplo”, disse Teco, que comandou o painel ‘ES do Futuro: Inovação Transforma Estado e Municípios’.
Com a meta de ser um dos Estados mais inovadores do país até 2030, o Espírito Santo conta com benefícios promovidos pela IA em variados setores. Para o governador Renato Casagrande, os dados da 19ª edição do Anuário de A Gazeta ajudam o Espírito Santo e suas 78 cidades a entender onde estão e para onde têm capacidade de ir.
Além de apontar dados relevantes para o mercado financeiro, gestão de saúde, educação e segurança pública, o Anuário de A Gazeta traz projeções para 2024.
“Esse material olha para temas relevantes no horizonte. O ano de 2023, foi, sem dúvidas, o que mais falamos de inteligência artificial, e isso chegou ao centro das conversas aqui no Espírito Santo. Por isso, nosso tema não poderia ser outro: temos a IA que Trabalha e Confia”, disse Marcello Moraes, diretor-geral da Rede Gazeta.
IA é aliada do setor público ao privado
Crescente em todas as regiões e municípios, a inteligência artificial já vem sendo utilizada por empresas dos mais variados setores no Espírito Santo, como é o caso da ArcelorMittal.

“Nós estamos em uma fase de preparar as pessoas para o uso da IA. Então, o mais importante para a gente nesse momento é que tenhamos todo o nosso efetivo com o conhecimento básico e alguns até mais avançados para ter clareza da utilização para o desenvolvimento dos nossos projetos, sempre em busca da melhor ferramenta”, explicou Márcia Spelta, gerente geral de Pesquisa e Desenvolvimento da ArcelorMittal.

“Nós acreditamos na inovação, na capacidade do ser humano de utilizar a tecnologia para promoção do bem-estar, para a promoção da prosperidade, para o aumento de produtividade, a maior eficiência dos nossos processos e a disponibilidade não só de serviços públicos, mas de produtos que melhorem a vida do dia a dia dos capixabas e da humanidade”, complementou João Bosco, diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da ArcelorMittal.
Com o crescimento das ferramentas de inteligência artificial, muitos profissionais se questionam se perderão espeço no mercado de trabalho. Porém, os dados do Anuário mostram um cenário de oportunidades, e não da falta delas.














