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Ampla Investimento Segurança

Em seu segundo mandato à frente do ES, Casagrande faz balanço das primeiras semanas de Governo

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O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), recebeu o Jornalista Marcos Antonio Burgarelli, no último dia 30 de janeiro, para uma conversa a ser compartilhada com veículos impressos não diários e sites de notícias de todo o Estado. O Jornalista representou na ocasião, a Associação de Jornais do Interior (Adjori-ES). A agenda foi realizada no gabinete do governador, no Palácio Anchieta, em Vitória. Em uma entrevista sucinta, Casagrande comentou sobre os primeiros dias de seu segundo mandato. Como o socialista recebeu o Estado, quais desafios e principais metas, você confere nesta entrevista.

O governador falou sobre como recebeu o Estado, quais desafios e principais metas. (Imagem: Hélio Filho/Secom)

Qual o cenário o senhor encontrou ao assumir o Governo do Espírito Santo?


Casagrande:
Recebemos uma máquina pública estadual, com diversos desafios a serem enfrentados. Nós estamos acompanhando no dia a dia, a desorganização na qual encontramos a segurança pública, o sistema prisional, que são desafios permanentes para nós. Por exemplo, nos últimos quatro anos, infelizmente, grupos organizados do crime se consolidaram e se fortaleceram. Atualmente esses grupos disputam entre si em algumas regiões da grande Vitória, impõem o medo e, as polícias Militar e Civil em conjunto com a Secretaria de Segurança Pública Estadual, estão trabalhando com muito afinco para que possamos diminuir a força desses grupos que atuam no crime e desarticulá-los, não apenas na capital, mas em todo o estado.

De forma geral, a população cobra com firmeza mais assistência em áreas como a educação e saúde. Nesse aspecto, como encontrou?

Casagrande: Um Estado com desafios na Educação, com 50 mil jovens fora da sala de aula, jovens que deveriam estar nas escolas. Também estamos e continuaremos trabalhando muito na Saúde do Estado, para buscar reorganizar os serviços. E não apenas nestas duas áreas, mais cobradas, mas temos enormes desafios também na infraestrutura. Tenho ido a Brasília dialogado junto à Secretária de Transportes e o DER que não paralisem nenhuma obra que tenha recurso garantido. Enfim, a infraestrutura, a saúde, a educação, a segurança pública e o sistema prisional, em todas essas áreas nós temos metas de trabalho desafiadoras.

Quanto à parte fiscal do Estado, o senhor recebeu da mesma forma como entregou no final de 2014?

Casagrande: Encontramos o Estado com um bom nível de organização fiscal, reflexo da gestão que fizemos no nosso primeiro mandato. Entreguei o Estado com Nota A na gestão fiscal e retomei ao governo, recebendo com Nota A. Mas a importância da boa gestão fiscal está em fazer com que ela sirva para melhorarmos a vida das pessoas.

Qual a diferença perceptível, em sua forma de Governar nesse primeiro mês em relação a todo o seu primeiro mandato?

Casagrande: Nós estamos num momento político diferente, em um contexto econômico diferente. Sabemos que, em especial neste primeiro momento de governo, precisamos de muita cautela e equilíbrio com os quais queremos trabalhar nos quatro anos. Teremos um maior cuidado ao governar.

A diferença estaria em governar independente, no que diz respeito a grupos políticos? Há essa independência?

Casagrande: Uma diferença importante nesse governo, é que nós temos um projeto político que não precisa ser compartilhado com outra força política, como foi em 2011, quando compartilhamos o governo com o grupo político do ex-governador do Estado. Temos aliados que nos acompanham no governo, porém com um novo formato, para este novo momento. Nós temos um conjunto de pessoas experientes na vida pública que estão comigo no Governo e estamos exercendo o papel de fazer mudanças, colocando pessoas novas nas secretarias do Governo, nas empresas e nas autarquias, que podem fazer a transição para uma nova geração de gestores que ajudarão a prestarmos bons serviços públicos para a população capixaba.

“Encontramos o Estado com um bom nível de organização fiscal, reflexo da gestão que fizemos no nosso primeiro mandato. Entreguei o Estado com Nota A na gestão fiscal e retomei ao governo, recebendo com Nota A”, comemorou Casagrande. (Imagem: Hélio Filho/ Secom)

Quais foram as primeiras medidas e como o senhor avalia?

Casagrande: Estabelecemos mecanismos de controle da máquina pública, de forma interna e externa, seja no repasse dos recursos para os municípios, seja na determinação de cortar custeio, de não aumentar gastos com pessoal, além de dar continuidade às obras que tenham recurso garantido e, como citei antes, buscamos estabelecer a relação com o Governo Federal para resolver questões relacionadas à infraestrutura.
Outras medidas nesses primeiros dias de governo foram junto ao Ministério Público, o poder Judiciário, debatendo o sistema prisional capixaba, motivando a polícia, em especial a Polícia a Militar onde buscamos fechar uma ferida presente, causada pelos erros cometidos. Houve erros da parte dos manifestantes e, do governo que não soube dialogar naquela ocasião da paralisação ocorrida em 2017.

O senhor citou a relação com o governo na área da infraestrutura. Como um todo, como está a relação com Brasília?

Casagrande: Está bom. Estamos em contato permanente com os Ministros. Recebemos o Ministro da Transparência e visitamos o Ministro da Justiça, além de outros 5 ministérios, acertando agendas entre o Governo Federal e o Governo do Estado. Do que depender do governo do Estado teremos uma relação boa e positiva até porque o Governo Federal tem compromissos com o nosso estado, principalmente nos investimentos em infraestrutura.

Uma palavra à população sobre o horizonte que é possível enxergar para o Espírito Santo.

Casagrande: É preciso aguardar um pouco mais, para definirmos com clareza um horizonte que podemos enxergar para o nosso Estado. Estamos trabalhando muito e vamos continuar. Temos obras importantes a serem entregues na grande Vitória e no interior, vamos reorganizar com afinco a saúde e retomaremos neste mês de fevereiro o Programa Estado Presente. Na área da Educação, fazer com que algumas escolas fechadas possam ser reabertas, com base na demanda de alunos para que isso aconteça. A nossa forma de governar é de diálogo permanente com a sociedade.

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